Silvicultura e Agrossilvicultura

A CNA trabalha para fortalecer as atividades de silvicultura e agrossilvicultura, aumentar a rentabilidade do produtor, promover internacionalmente o agronegócio brasileiro e ampliar o acesso a mercados. Na estrutura da CNA, a Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura coordena as ações relacionadas à essas atividades, representando os produtores e promovendo articulações junto ao executivo, legislativo e demais órgãos relacionados ao setor. Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) fomenta a capacitação e presta assistência técnica e gerencial na propriedade rural. Explore os temas relacionados à silvicultura e agrossilvicultura e veja o que o Sistema CNA está fazendo pelo produtor rural.

A Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura é formada por representantes das Federações Estaduais de Agricultura e Pecuária e entidades civis ligadas ao setor. O objetivo da comissão é atuar no âmbito técnico, político e econômico do setor florestal, defendendo e representando os interesses do silvicultor em fóruns, audiências e congressos no Brasil e no exterior. As reuniões ordinárias da comissão visam detectar, discutir e propor soluções e políticas públicas que favoreçam o produtor florestal.

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura

Relato das ações da Comissão

  • Acompanhamento da composição e variação dos custos de produção da eucaliptocultura e heveicultura por meio do Projeto Campo Futuro da CNA;
  • Desenvolvimento do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF), juntamente ao MAPA;
  • Estratégia de valorização do uso da madeira para usos múltiplos;
  • Acompanhamento da legislação trabalhista relacionada ao setor florestal;
  • Elaboração de propostas de políticas públicas para o setor;
  • Atuação junto ao legislativo em defesa de projetos que favoreçam o setor;
  • Medidas para melhorar a competitividade do produtor na gestão de custos;

Resultados Alcançados

  • Publicação da Política Agrícola para Florestas Plantadas por meio do decreto nº 8.375, de 11 de dezembro de 2014;
  • Definição do Lócus Institucional do setor de florestas plantadas no âmbito do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento;
  • Elaboração da Agenda Estratégica para setor de florestas plantadas;
  • Ações de defesa comercial;
  • Levantamento dos custos de produção do eucalipto e seringueira em diferentes regiões do país;
  • Revisão do Preço Mínimo da borracha natural;
  • Proposta para regulamentação da parceria entre sangrador de seringueira e heveicultor;
  • Elaboração do Programa Mais Árvores.

Membros

Representante Federação UF
Ademar Silva Júnior CNA DF
Alan Fabrício Malinski CNA DF
Alexandre Wanderley FAERN RN
Ana Carolina Alves Gomes FAEMG MG
Cesar Rodrigues Viana FAEMA MA
Clóvis Tolentino FAMASUL MS
Dario Grattapaglia EMBRAPA RECURSOS -
Domingos De Lelis Filho FAEPA PB
Edivaldo Carmo Sousa Junior FAEPA PB
Edson Tadeu Iede EMBRAPA FLORESTAS -
Eduardo Conderelli FARSUL RS
Eduardo Gondim Carneiro De Alburquerque FAEAL AL
Fabrício Gobbo Ferreira FAES ES
Flamarion Souza Matos FAEB BA
Francinalma Socorro da Silva FAET TO
Glauber Silveira Da Silva FAMATO MT
Gustavo Silveira FAEPA (PA) PA
Heloisio Amorim Machado Júnior FAERJ RJ
Henderson Magalhães Abreu FAERN RN
Jordana Gabriel Sara FAEG GO
José Ricardo Meirelles de Siqueira FAESP SP
José Roberto Moro FAESP SP
Karine Gomes Machado FAMATO MT
Leonardo Shakespeare FAET TO
Luis Fernando Cavalheiro FARSUL RS
Maciel Aleomir da Silva CNA DF
Moacir Reis FAMASUL MS
Murilo Antonio Pedroni FAES ES
Nilson Agra De Alburquerque FAEAL AL
Noemi Vianna Martins Leão FAEPA (PA) PA
Raquel Dourado Murad FAEMA MA
Ricardo Covre FAEB BA
Rodrigo Sant'anna Alvim FAEMG MG
Rogério Nascimento de Avellar Fonseca CNA -
Sidney Almeida Medeiros FAPEDF DF
Silvio Andrigueto Venturoli FAPEDF DF
Walter Vieira Rezende CNA DF

Participação em fóruns, Câmara Setorial ou Grupos de Trabalho

Participação em fóruns, Câmara Setorial ou Grupos de Trabalho

2019 – 1º semestre

Geração e Comercialização de Energias Renováveis

A CNA realizou o seminário “Agro em Questão - Energias Renováveis: tornando a agropecuária mais sustentável e econômica”. O objetivo do evento foi aproximar as principais instituições do setor elétrico à CNA e ao Agronegócio, bem como levantar as principais ações a serem trabalhadas para viabilizar a geração de energia em propriedades rurais e comercialização..

Em associação às ações do evento, a CNA reuniu os técnicos das instituições do setor elétrico para discutir os principais desafios da geração de energia no agronegócio no que se refere a: financiamento, desenvolvimento técnico e científico, regulamentação e oportunidades para o agronegócio no mercado de energia. As ações mapeadas irão compor um projeto para a geração de energia renovável e comercialização pelo produtor rural.

Além disso, a CNA solicitou alteração da sistemática do leilão A-6, a ser realizado em setembro de 2019, para que haja uma maior participação da biomassa florestal. A Portaria 222, de 6 de maio de 2019, que define as diretrizes para esse leilão, já sinaliza a criação de um produto específico para biomassa.

Política Nacional de Biocombustíveis Florestais

Após iniciativa da CNA, o deputado federal e diretor da CNA, José Mario Schreiner (DEM/GO) apresentou o Projeto de Lei 2475/2019, que propõe a criação da Política Nacional de Biocombustíveis Florestais. A proposta do PL é aumentar a demanda por produtos florestais e ter um marco regulatório para utilização desses produtos na geração de energia no momento da sua aprovação. A CNA já fez um parecer em relação ao PL, que será apresentado à Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas do MAPA para apoio dos demais elos da cadeia produtiva.

Segurança Jurídica nas relações de trabalho da heveicultura

A CNA está trabalhando a possibilidade de alteração na legislação, ou nos contratos de parceria, com base na lei de terceirização. O objetivo é aumentar a segurança jurídica nas relações contratuais.

Posicionamento pela manutenção do registro do Glifosato

O Glifosato está em reavaliação toxicológica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a qual prevê a manutenção do ingrediente ativo no país, com novas medidas sanitárias, principalmente para o manejo do produto durante a sua aplicação e a sua dispersão.

A CNA participou da consulta pública da Agência, se posicionando favoravelmente à manutenção do registro. Além disso, elaborou um material técnico e o submeteu às Federações para subsidiá-las no sentido de que também participassem da consulta pública.

Pedido de priorização de defensivos agrícolas

Como forma de garantir a celeridade do processo de registros, a CNA participou da seleção e classificação de 74 defensivos agrícolas considerados prioritários ao setor produtivo. Esse material foi encaminhado ao MAPA e será priorizado pelos órgãos registrantes.

Participações

  • CÂMARA SETORIAL DA CADEIA PRODUTIVA DA BORRACHA NATURAL (MAPA)
  • CÂMARA SETORIAL DA CADEIA PRODUTIVA DE FLORESTAS PLANTADAS (MAPA)

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