15/05/2020

Faculdade CNA discute uso de redes sociais e fake news no agro

Brasília (15/05/2020) – A Faculdade CNA promoveu uma transmissão ao vivo para debater o tema “Redes sociais, crise de imagem e fake news” com a jornalista e especialista em Redes Sociais e Marketing Digital, Kátia Cubel.

O encontro foi mediado pelo diretor-geral da Faculdade CNA, André Sanches, e contou com a participação do coordenador de cursos EaD da Faculdade CNA, Joaci Medeiros, e estudantes da instituição.

“É um tema amplo e bastante importante no sentido da relevância que as ferramentas de comunicação têm para apresentar o setor, relacionar a produção e os produtores rurais com a sociedade”, afirmou André Sanches.

Kátia Cubel, que também é coordenadora de Projetos do Senar, apresentou um perfil das principais mídias sociais: Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter, YouTube e Whatsapp. Ela destacou as diferenças de cada uma e passou dicas para uma melhor utilização, seja como profissional ou usuário.

“O Facebook é a plataforma mais ativa no meio rural. Apesar disso, acho que seria muito importante que propriedades, produtores e técnicos tivessem a iniciativa de criar um canal no YouTube para difundir as suas informações e compartilhar conhecimentos”, disse.

Reputação – Independente da rede social usada, a reputação é um ponto fundamental para o sucesso. Kátia lembra que o conceito sustenta a credibilidade de quem está no mundo digital e deve ser construída permanentemente.

“Reputação é o que os outros pensam da gente. Lembre-se de que a velocidade e a amplitude da rede social podem fazer de uma simples foto algo devastador na sua carreira ou imagem. Entenda que você está numa vitrine mundial e ficará ali pelo resto da vida”, declarou ela.

Na opinião dos debatedores, o agro vem conseguindo mostrar a importância que tem para a economia brasileira e para a segurança alimentar mundial, mas ainda precisa melhorar a sua reputação internamente. Um exemplo positivo foi a atuação do Sistema CNA/Senar frente à pandemia, com ações para apoiar produtores e garantir o abastecimento das cidades.

“Temos que preservar a nossa reputação, independente se é CPF ou CNPJ. Isso deve ser um trabalho diário, de modo que os profissionais formados pela nossa faculdade já saiam com essa visão para termos um agro ainda mais forte do que já temos hoje”, afirmou Joaci Medeiros.

Fake news – Outro tema polêmico debatido foram as fake news ou “uma mentira disfarçada de notícia, feita para desestabilizar quem lê”, na definição de Kátia. A mestranda em Neuromarketing compara esse tipo de informação com um produto falsificado e alerta que cabe a cada pessoa decidir se vai passá-lo adiante.

Para identificar uma fake news, ela recomenda a verificação de pontos como emissor, fonte, data e como os veículos oficiais de comunicação tratam o assunto. “É diferente de notícia imprecisa. A fake news tem o interesse de mentir para gerar tumulto e confusão”.

Mesmo com os desafios que o meio virtual reserva e os obstáculos que ainda existem, como a falta de conectividade em algumas regiões, os participantes reconhecem que as redes sociais e a tecnologia são um caminho sem volta.

“O meio virtual nos aproxima e nivela. Ou estamos inseridos no ambiente virtual, ou não seremos seres ativos. Não é mais algo optativo. Temos que olhar essa transformação para ver o que vamos aprender com isso. Estamos todos no mesmo barco e ele navega em ondas virtuais”, destacou a jornalista.

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