Comissão Nacional de Hortaliças e Flores debate demandas do setor para 2026
Primeira reunião ano foi realizada na quinta (26)
Brasília (27/02/2026) – Os integrantes da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da CNA discutiram, na quinta (26), as principais demandas do setor para 2026 e os desdobramentos do Acordo Mercosul–União Europeia.
A primeira reunião do ano do colegiado contou com a participação de representantes das Federações de Agricultura e Pecuária dos Estados e do Sistema CNA/Senar.
Na abertura, o presidente da Comissão, Rodolfo Molinari, destacou a importância do diálogo para apresentar as principais demandas dos produtores.
“As contribuições das Federações são fundamentais. Elas trazem as situações e gargalos que estão acontecendo na ponta. É isso que orienta a construção de uma agenda mais efetiva, com iniciativas que fortaleçam o setor e possam dar respostas objetivas aos produtores”, afirmou.
A Comissão debateu pontos como abertura e ampliação de mercados, identificação de gargalos e oportunidades de exportação por produto e por Estado; as relações comerciais e práticas de comercialização, crédito rural, rastreabilidade e manejo fitossanitário.
A assessora de Relações Internacionais, Isadora Souza, apresentou os avanços e próximos passos relacionados ao acordo de livre comércio entre Mercosul e UE, mostrando os principais desafios e oportunidades para os produtos agrícolas.
O encontro também serviu para que as Federações também apresentassem suas contribuições para a agenda da comissão em 2026, refletindo a realidade in loco, com foco na valorização do produtor rural e da produção nacional, na redução de custos e no fortalecimento da segurança no manejo fitossanitário.
Segundo Letícia Barony, assessora técnica da CNA, as contribuições recebidas servirão para definir a agenda de trabalho da Comissão no ano.
“O objetivo é transformar os desafios mais frequentes em projetos e ações com impacto real. Sempre que surgirem novos pontos de atenção, eles também entrarão no radar da Comissão, porque nosso compromisso é com a segurança no manejo, a redução de custos e a valorização do produtor rural”, destacou.