Central de Comunicação // CNA

06/08/2018

Presidente da CNA recebe prêmio da Abag de personalidade do agronegócio

João Martins (centro) com a presidente da FPA, Tereza Cristina, e o presidente da Abag, Caio Carvalho. Crédito: Gerardo Lazzari João Martins (centro) com a presidente da FPA, Tereza Cristina, e o presidente da Abag, Caio Carvalho. Crédito: Gerardo Lazzari

Brasília (06/08/2018) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu, nesta segunda (6), o “Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio” em homenagem feita pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) durante evento em São Paulo.

O Prêmio Ney Bittencourt de Araújo foi entregue pela presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada federal Tereza Cristina, após uma apresentação sobre a vida e a trajetória de João Martins. A deputada destacou a importância do presidente da CNA na liderança do setor e dos produtores rurais brasileiros.
 
“Desde que chegou ao sistema sindical, João Martins tem feito a diferença. Foi eleito para esse mandato por unanimidade, com votos de todas as 27 federações da agricultura, e vem revolucionando a CNA. O sistema sindical precisa ser repensado, assim como temos que mudar a maneira das pessoas enxergarem o agro brasileiro. João Martins assumiu essa árdua tarefa e está fazendo com galhardia”, afirmou Tereza Cristina.

No seu discurso de agradecimento no Congresso Brasileiro do Agronegócio, o presidente da CNA começou dizendo saber que a intenção da diretoria da Abag ao conceder o prêmio foi “homenagear os agricultores e pecuaristas brasileiros que são representados pela CNA”.

A homenagem, segundo Martins, é uma oportunidade para refletir como “as longas cadeias do agronegócio formam uma grande unidade e compartilham um destino comum”. 

Por isto, a relação entre os diferentes elos das cadeias produtivas deve ser de “cooperação e solidariedade”. “A consciência de que formamos um todo integrado e que estamos ligados por laços que não podem ser evitados deve inspirar a todos, seja no dia a dia das nossas relações produtivas, seja em nossas relações com o estado e a sociedade”, afirmou o presidente da CNA.

O presidente da CNA pregou a união do setor. Crédito: Gerardo Lazzari
 
Embora o agronegócio brasileiro tenha resistido às crises, João Martins lembrou que o setor não vive em uma ilha e que todos “temos um papel político a desempenhar”.

“Não no sentido partidário, mas no campo da alta política, para converter o Estado e as instituições em instrumentos para o desenvolvimento, para mais justiça social e para o acesso ao futuro das novas tecnologias e da inovação”.

De acordo com o presidente da CNA, nas modernas sociedades democráticas, a economia depende da política. E que no Brasil esses dois planos da realidade vivem em tempos diferentes. “A economia já tem um pé no futuro, mas a política está firmemente ancorada no passado. Nós temos um papel, torná-las, ambas, contemporâneas do futuro”.

Ao finalizar seu discurso, João Martins disse que o país não pode se abater com a crise atual. “Ao olhar para além da conjuntura, para os movimentos mais longos de nossa história, veremos que, quase sempre, aos períodos críticos seguiram-se fases de prosperidade e de esperança. Uma vez mais temos que fazer com que isso ocorra”.

Exportar para sustentar - O evento, promovido pela Abag e pela Brasil Bolsa Balcão (B3), teve como tema “Exportar para Sustentar”. A consultora em Biossegurança e Biosseguridade, Leila dos Santos Macedo, também foi homenageada pelo Congresso com o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade.

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