Workshop UQBAR - Certificados de Recebíveis do Agronegócio

data

27 de Outubro de 2018

horário

23:00

local

Cescon, Barrieu, Flesch e Barreto Advogados Rua Funchal, 418 - 11º andar

POR QUE PARTICIPAR DO WORKSHOP DE CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO?

O agronegócio tem representado um componente vital de sustentação e do crescimento da economia brasileira nas últimas décadas, tal qual ocorreu historicamente. Com o progresso tecnológico, e mesmo o com difícil avanço institucional do país, o segmento do agronegócio é aquele que tem se provado competitivo e valorizado em termos globais. Parte protagonista desta história é a oferta e a qualidade de financiamento disponível.

Historicamente, o financiamento deste setor se caracteriza pela presença preponderante do crédito direcionado e subsidiado. Porém, dadas as necessidades crescentes dos captadores de recursos e os limites sustentáveis e eficientes do direcionamento subsidiado destes, ainda mais em um quadro atual de penúria fiscal dos entes públicos, faz-se premente a utilização de fontes alternativas de financiamento.

O mercado de securitização, através das operações de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), vem despontando como uma solução de ótimo desenho para atender de forma complementar a demanda crescente por crédito no universo do agronegócio, ao mesmo tempo em que oferece oportunidades diferenciadas para o investimento. Recentemente, corroborando a importância destas operações, a Comissão de Valores Mobiliário (CVM) editou, pela primeira vez, norma específica dedicada a elas, a Instrução CVM nº 600 (ICVM 600), contemplando todos os aspectos de estruturação, distribuição e funcionamento referentes a uma operação de CRA.


1.A tecnologia da securitização aplicada aos CRA 

O modelo de intermediação financeira proporcionado pela tecnologia da securitização. Conceitos e inovações financeiras. O lastro do agronegócio. Captadores de recursos, os participantes de uma operação de CRA e investidores. Evolução regulamentar até a ICVM 600 e o paralelo com o mercado de CRI.

2. Dimensionamento e classificação 
Dimensionamento completo do mercado em seu quadro atual. Classificação das operações segundo os parâmetros mais significativos para a efetiva compreensão de sua composição. Rankings de participantes.

3. A ICVM 600
Revisão completa da nova norma, destacando-se os aspectos jurídicos, estruturais, operacionais e mercadológicos que a nova norma consolida como entendimento daquilo que é compatível e daquilo que é exigível em uma operação de CRA

4. Variações estruturais e reforços de crédito
Análise da evolução da prática de mercado em relação às estruturas. A carteira de direitos creditórios e suas garantias. Os instrumentos utilizados. Os níveis de concentração/pulverização. O perfil dos devedores. Os produtos sendo financiados. Os prazos dos financiamentos. Os reforços de crédito estruturais e de terceiros.  A figura do agente administrativo. A revolvência e o financiamento de safras múltiplas. Os gatilhos estruturais.

5. Riscos e visão das agências
Análise dos riscos de mercado, de crédito, estrutural, jurídico e de monitoramento associados aos investimentos em CRA. Discussão da visão das agências de classificação de risco e o valor dos reforços de crédito. A rentabilidade do mercado de CRA e o histórico das ofertas públicas colocadas em base pulverizada de investidores.

6. Estudo de caso
Estudos de casos práticos de operações de CRA realizadas no mercado brasileiro que proporcionam análises de maior valor didático. Destaque para os mecanismos estruturais utilizados, os custos, a rentabilidade, os tipos de captadores, devedores e investidores contemplados.

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Áreas de atuação

Núcleo Econômico

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