Central de Comunicação // CNA

01/11/2016

Eficiência e qualidade da produção brasileira garantem alimento seguro para a população, diz Presidente da CNA

Brasília (01/11/2016) – O país produz, com eficiência e qualidade, alimentos extremamente seguros para o consumo, afirmou nesta terça-feira (1) o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, na abertura do Seminário “Agro em Questão – Alimentos Saudáveis”, na sede da entidade.

Durante o evento, especialistas brasileiros e estrangeiros discutiram os desafios da segurança alimentar e nutricional no mundo, abordando temas como a redução da fome e da miséria, produção sustentável, controle de qualidade e sistemas produtivos. “Precisamos mostrar que aquilo que produzimos com eficiência e qualidade também é seguro”, disse Martins 

Em seu discurso, o presidente ressaltou a contribuição dos produtores rurais na garantia do direito constitucional da população brasileira de ter uma alimentação permanente, adequada e segura.

Esses mesmos produtores rurais são essenciais para o cumprimento das metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) de erradicar a fome, a miséria e a desnutrição no mundo ainda neste século.

“Segurança alimentar significa o acesso das pessoas aos alimentos”, afirmou Martins.

Os dados apresentados pelo presidente da CNA no seminário mostram como o ganho de produtividade foi um dos responsáveis pelo crescimento de 334% na produção de grãos nos últimos 36 anos. Já a pecuária bovina, em 10 anos, aumentou sua produção em 38,2% no país. A oferta, avaliou Martins, deve vir sempre acompanhada por um sistema eficiente de controle de qualidade, medida essencial para garantir a segurança dos alimentos à população brasileira.

Segurança alimentar – O primeiro painel do seminário teve como tema a segurança alimentar no Brasil e no mundo.Para o representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, há ainda muitos desafios pela frente para garantir a oferta de alimentos para a população mundial. Um deles é reduzir o desperdício, que chega a um terço da produção global. Bojanic também defendeu campanhas educacionais para orientar o consumo e políticas de renda para a população dos países pobres.

Em seguida, Fábio Florêncio e Fernando Fernandes, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), falaram sobre as ações do órgão para controlar e monitorar a qualidade dos alimentos brasileiros e importados.

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